quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Amo-te. A palavra mais banal de todas, agora citada por toda a gente em qualquer circunstância com ou sem motivo. Mas quando eu te digo não é da forma que toda a gente diz. É dita com tudo o que tenho ou possa dar-te, é refletida em todos os momentos que me proporcionaste, em tudo o que dissemos um ao outro, em tudo o que aconteceu. Digo-te já: Amo-te. Não direi se é muito, imenso, tanto ou mesmo incondicionalmente. Apenas digo te amo. Porque assim verás que é o 'amo-te' mais simples de todos, mas provavelmente o mais verdadeiro de todos que alguma vez te foram ditos.
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